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Ivan Gouveia Advocacia & Consultoria Jurídica Voltar ao site

Política de privacidade

Como a Advocacia Ivan Gouveia trata os dados pessoais de quem visita este site, fala com o escritório e é cliente, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018, a LGPD).

Versão 2.1. É a versão completa do termo de uso e privacidade que o cliente aceita no portal.

Quem cuida dos seus dados

O controlador dos dados é Advocacia Ivan Gouveia, Dr. Ivan Dias de Gouveia, OAB/SP 459.196, com endereço em Rua Espírito Santo, 563, Sala 08, Jardim Santa Rita, Fernandópolis-SP, 15610-020.

O encarregado pelo tratamento de dados (a pessoa que responde por eles no escritório) é Dr. Ivan Dias de Gouveia: contato@ivangouveia.adv.br.

Quais dados tratamos

Quem só visita o site. O site não tem formulário, anúncios nem ferramentas de rastreamento ou estatística de terceiros, e as fontes são servidas pelo próprio site. Ele usa apenas dois cookies técnicos, necessários para funcionar com segurança: um de sessão e um de proteção contra envio falso de formulários. Os dois expiram depois de 2 horas sem uso. O servidor também registra o endereço IP, a data e a hora de cada acesso, como exige o Marco Civil da Internet.

Quem fala com o escritório pelo WhatsApp, por e-mail ou por telefone: nome, número ou endereço de contato, o conteúdo das mensagens e os arquivos que enviar.

Clientes, na medida em que o caso exige:

  • identificação: nome, CPF ou CNPJ, RG, data de nascimento, filiação, nacionalidade, estado civil e profissão;
  • contato e endereço;
  • dados do processo ou do benefício (número, andamentos, número do benefício do INSS e datas);
  • documentos que você nos entregar ou enviar pelo portal;
  • dados do contrato e dos pagamentos (parcelas, valores e datas). O escritório não recebe nem guarda dados de cartão;
  • quando o caso exige, dados sensíveis, como informações de saúde (laudos, perícias) e de trabalho, usados só para defender o seu direito.

Para defender o seu caso, também podemos tratar dados de outras pessoas ligadas a ele, como a parte contrária, dependentes e testemunhas, no limite do necessário.

O escritório nunca pede nem guarda a sua senha do gov.br ou do Meu INSS, e nunca pede a senha do portal.

Para que usamos e com que base legal

Para quêBase legal (LGPD)
Responder a quem nos procura e avaliar o caso antes da contrataçãoProcedimentos preliminares a um contrato, a pedido do titular (art. 7º, V)
Prestar os serviços contratados: consultas, processos, pedidos ao INSS, contratos e cobrançasExecução de contrato (art. 7º, V)
Defender o seu direito na Justiça, no INSS e em outros órgãos, inclusive com dados de saúdeExercício regular de direitos em processo (art. 7º, VI, e art. 11, II, “d”)
Cumprir obrigações legais e fiscais e as regras da OABCumprimento de obrigação legal (art. 7º, II)
Enviar avisos automáticos por WhatsApp ou e-mail: confirmação e lembretes de audiências e perícias e lembretes de pagamentoConsentimento (art. 7º, I), que você pode revogar quando quiser
Manter o sistema seguro: registros de acesso e histórico de quem alterou dadosObrigação legal (Marco Civil da Internet) e legítimo interesse (art. 7º, IX)

Não vendemos dados, não os usamos para publicidade e não enviamos mensagens em massa.

Com quem compartilhamos

  • Poder Judiciário, INSS e outros órgãos envolvidos no seu caso, porque o serviço exige.
  • Serviços que o escritório usa para funcionar, que tratam os dados só para isso e no mínimo necessário:
    • a empresa de hospedagem do sistema;
    • a Meta, pelo WhatsApp Business, para as mensagens;
    • o Asaas, para emitir cobranças e receber Pix e boletos;
    • a Tramitação Inteligente, que entrega ao escritório as publicações dos diários oficiais e os e-mails enviados ao endereço de atendimento;
    • o provedor que envia os e-mails do sistema.
  • A consulta de andamentos no DataJud, do Conselho Nacional de Justiça, usa apenas o número do processo.

O WhatsApp é um serviço da Meta, que pode tratar as mensagens fora do Brasil, com as garantias previstas nos termos do serviço (art. 33 da LGPD).

Por quanto tempo guardamos

Enquanto durar o atendimento e, depois que ele terminar, por 5 anos, para cumprir obrigações legais e para defender direitos em eventual discussão sobre o serviço. Se a lei exigir um prazo maior para algum documento, vale o prazo da lei. Os registros de acesso ao site ficam guardados por 6 meses.

Passado o prazo, os dados são apagados ou tornados anônimos.

Como protegemos

  • O CPF e o CNPJ ficam guardados criptografados e aparecem mascarados na tela. Ver o número completo fica registrado.
  • Cada pessoa da equipe tem acesso próprio, com senha pessoal e permissões conforme a função. A verificação em duas etapas está disponível para todos.
  • O sistema registra quem criou, alterou ou excluiu dados pessoais, e quem viu o CPF completo ou exportou dados.
  • A conexão é criptografada (HTTPS), e as cópias de segurança são criptografadas e guardadas fora do servidor.
  • No portal, cada cliente vê só os próprios dados, depois de criar a senha por um convite de uso único.

Se acontecer um incidente de segurança que possa trazer risco ou dano relevante a você, o escritório avisará você e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Seus direitos e como pedir

Pela LGPD (art. 18), você pode:

  • confirmar se tratamos dados seus e ter acesso a eles;
  • corrigir dados incompletos, errados ou desatualizados;
  • receber uma cópia dos seus dados;
  • saber com quem eles são compartilhados;
  • revogar o consentimento para avisos e mensagens automáticas;
  • pedir que sejam anonimizados, bloqueados ou apagados os dados desnecessários ou tratados em desacordo com a lei.

Como pedir: se você é cliente e tem acesso ao portal, use Meus dados, onde também dá para baixar a cópia dos seus dados. Qualquer pessoa pode escrever para o encarregado: contato@ivangouveia.adv.br. Respondemos em até 15 dias e podemos pedir que você confirme a sua identidade antes, para proteger os seus dados.

Alguns dados não podem ser apagados enquanto a lei exigir que sejam guardados ou enquanto forem necessários à defesa de direitos. Nesse caso, explicamos o motivo na resposta.

Você também pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados, em gov.br/anpd.

Crianças e adolescentes

Quando o caso envolve uma criança ou um adolescente (por exemplo, um benefício pedido em nome dele), os dados são tratados com o pai, a mãe ou o responsável legal, sempre no melhor interesse da criança ou do adolescente.

Mudanças nesta política

Quando esta política mudar, a nova versão será publicada nesta página. Os clientes com acesso ao portal verão a nova versão e precisarão aceitá-la no próximo acesso.